Eu deveria tatuar "Kafka" no lombo. Caminhar pelas cidades - imediatamente após a trombeta do Anjo final - e me perder em seus currais. Abandonar a distorção nos espelhos dos meus olhos, minhas cores fracas. Aceitar a impotência de libertação (IMPOSSÍVEL!) e chorar assistindo, com o corpo estendido, ao cativeiro das Yaras nos livros e memórias envelhecidas.